Arquidiocese de Porto Velho convida missionários de todo Brasil para um mês de experiência

    Brasília, CNBB – Leigos e seminaristas de diversas dioceses brasileiras já confirmaram presença na segunda edição do projeto Experiência Missionária, realizado pela arquidiocese de Porto Velho (RO). A paróquia São José, no município de Monte Negro, que fica a 255 quilômetros da capital, se prepara para receber os missionários, que permanecerão por 30 dias atuando na região.

    No ano passado, a primeira Experiência Missionária contou com a presença de 39 seminaristas, cinco padres, três religiosas e também de uma leiga. Helena Lima, da diocese de Guarulhos (SP), participou da missão. “Chegando lá encontrei uma realidade totalmente diferente do que havia imaginado. Foi magnífico!”

    Ela afirma que, mesmo depois de ter participado de outras atividades em sua diocese e também na Bahia, trouxe uma lição especial da experiência em Porto Velho. “O escutar foi o mais marcante para mim. Foi importante para mim mesma e para o crescimento na dimensão pessoal, pastoral e comunitária”, relata Helena.

Preparação
    “Realmente foi para todos nós uma verdadeira escola missionária!”, afirma o arcebispo de Porto Velho, dom Esmeraldo Barreto de Farias. Ele explica que o aspecto fundamental é a formação e a prática sobre a missão. “Como subsídio preparatório, já enviamos para as comunidades que nos acolherão e para os missionários que virão um texto preparado especialmente pelo padre Johan Konings, sobre o Evangelho de Lucas na perspectiva missionária”, explica o arcebispo.

    A Experiência Missionária será realizada entre os dias 27 de dezembro de 2013 e 26 de janeiro de 2014. Os três primeiros dias serão de estudo, com a assessoria do arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Eduardo Castriani. Também haverá um encontro de avaliação ao final dos trabalhos. Os interessados em participar deste projeto ainda podem procurar a Arquidiocese de Porto Velho.

    “É preciso cultivar o espírito missionário que pede despojamento. A hospedagem é na casa das famílias, seja na cidade que é pequena, seja nas comunidades rurais”, explica dom Esmeraldo. O seminarista Tiago Ávila, da Arquidiocese de Porto Alegre (RS), afirma que a participação no projeto deu um novo vigor à sua vocação. “Retornei com um novo impulso vocacional, pois agora compreendi mais profundamente o que significava a missão na vida do batizado, na vida do seminarista. Pude, de certa forma, projetar a vida do missionário presbítero que desejo ser”.

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